quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cientistas britânicos descobrem planeta que desafia leis da astronomia

Corpo já deveria ter se chocado com a estrela que orbita.
Estudo foi publicado hoje pela revista científica 'Nature'.
Uma equipe de cientistas britânicos descobriu um planeta com um volume dez vezes superior ao de Júpiter, que orbita tão próximo a sua estrela matriz que as correntes estelares já deveriam ter causado sua colisão com o astro e sua destruição.
Em um estudo publicado hoje pela revista científica "Nature", um grupo de astrônomos da Universidade de Keele, no Reino Unido, assegura que o planeta batizado como WASP-18b é uma raridade no mundo da astronomia e que a probabilidade de observar um fenômeno semelhante é de uma entre mil.
Trata-se de um planeta do grupo dos "Júpiteres Quentes", ou seja, aqueles que se formam longe da estrela em torno da qual orbitam e que se aproximam da mesma ao longo dos anos, com ajuda das correntes estelares.
No entanto, o WASP-18b é tão grande e se encontra atualmente tão próximo de sua estrela matriz que as correntes já deveriam ter conduzido um impacto entre o planeta e o astro.
De fato, a sobrevivência deste tipo de planeta não costuma ser superior a um milhão de anos, uma marca batida amplamente pelo WASP-18b.
Como possíveis causas, os cientistas apontam que as correntes estelares desse sistema são menos fortes que as do nosso, o que explicaria a longevidade do WASP-18b.
Outra possibilidade seria que outro elemento exógeno ainda não identificado evite a colisão do planeta com sua estrela e sua destruição.

Macaco move braço mecânico com a força do pensamento

Pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, conseguiram fazer um macaco movimentar um braço mecânico apenas com a força da mente. O projeto promete revolucionar o tratamento de milhões de pessoas paralisadas.
O animal foi adestrado e aprendeu a mandar comandos diretamente do cérebro para mexer o braço robótico. Ele conseguiu fazer diferentes movimentos com a mão mecânica -- até como se estivesse girando a maçaneta de uma porta. Como recompensa ganhou um gole de água.
Macacos são facilmente treinados para segurar objetos. O surpreendente nesse caso foi como o macaco conseguiu mexer o braço: sem tocá-lo.
Os cientistas da Universidade de Pittsburgh implantaram um chip de quatro milímetros na parte do cérebro responsável pelos movimentos motores. Eles ligaram eletrodos na cabeça do macaco e fizeram um computador interpretar os sinais cerebrais enviados para movimentar o braço robótico.
No começo do estudo, no ano passado, os macacos mexeram o braço mecânico em troca de doces. Agora, pela primeira vez, conseguiram fazer movimentos complexos, como o de girar a mão artificial. "O macaco aprendeu logo e passou a agir naturalmente, como se o braço mecânico fizesse parte do corpo dele", explicou o cientista Andy Schwartz.
Os testes com humanos começam no ano que vem. Os pesquisadores querem provar que a tecnologia é segura e pode ajudar pacientes com algum tipo de paralisia a ter mais autonomia. Um outro estudo, parecido, já está em testes. Pacientes tetraplégicos conseguiram mover o cursor do computador usando apenas o cérebro.

Técnica troca núcleo do óvulo e evita doença hereditária

Técnica evita defeitos de DNA da mãe com transferência do núcleo do óvulo

Procedimento gera filhotes com DNA de duas fêmeas distintas.
Testes em humanos podem ser viabilizados em dois anos, diz cientista.

Cientistas anunciaram nesta quarta-feira (26) um procedimento experimental que previne que o feto herde de sua mãe enfermidades originadas em falhas no DNA das mitocôndrias, as “baterias” das células. A prova do sucesso foi o nascimento de quatro macacos-resos (Macaca mulatta), saudáveis. Dois deles, batizados Mito e Tracker, aparecem na foto acima.

A tecnologia consiste em transferir material genético do núcleo de um óvulo para outro (cujo núcleo foi previamente removido) deixando para trás o DNA mitocondrial da célula de origem – e com ele todas as mutações que desembocam em doenças como diabetes tipo 2. O “óvulo oco”, evidentemente, tem mitocôndrias saudáveis.

(Ao menos 1 em cada 200 nascimentos apresentam uma mutação mitocondrial potencialmente patogênica.)

Os óvulos foram então fertilizados com esperma (pais não passam mitocôndrias adiante) e implantados em macacas que produziram 4 crias. Detalhe: as crias ficaram com DNA distintos, o do núcleo e o da mitocôndria, um de cada mamãe.

Por isso mesmo, e como não poderia deixar de ser, o procedimento suscita debates éticos. Além de importantes pendências de segurança que precisa superar (os DNA’s do núcleo e o mitocondrial, sendo de origens distintas, podem não ser compatíveis), a técnica altera o DNA herdado pelas futuras gerações, o que certamente dá pano para manga de infindáveis polêmicas.

O autor do estudo, Shoukhrat Mitalipov, do Oregon National Primate Research Center, nos EUA, avalia que o procedimento poderá ser testado em humanos, se tudo correr bem, em dois anos. No anúncio do experimento, o site da revista especializada “Nature” qualifica o feito como “um aprimoramento crucial das técnicas de transferência de DNA existentes”.

Fonte: G1

Como seria um transplante de cérebro

Devagarinho, o mundo dos transplantes vai ampliando as possibilidades humanas. Além dos óbvios transplantes de coração, fígado e rins, já se fazem também os de pele, de tendões, ligamentos, bexiga, ossos. Em menor escala, de alguns nervos, vasos sangüíneos, joelho, laringe, traquéia, até mãos. Aí pela frente vêm os de maxilares, úteros e pênis.
Mas nenhuma dessas conquistas será tão espetacular quanto o transplante de cérebro, anunciado por um médico americano - o dr. Robert White, da Universidade Case Western Reserve. "Meus colegas e eu já demos os primeiros passos para isso", diz ele num artigo para a revista Scientific American. E como tirar um cérebro da caixa craniana é impossível, White está falando, na verdade, de transplante de cabeça.
Sua demonstração de como seria tal cirurgia é de uma frieza espantosa. Ele imagina uma sala grande, para acomodar equipamentos e duas equipes. Em duas camas próximas ficariam o corpo de alguém com morte clínica cerebral decretada pouco antes e o paciente candidato ao transplante. A temperatura e o fluxo sangüíneo dos dois seriam rigorosamente monitorados. Em dado momento, os dois times, em conjunto, fariam incisões simultâneas nos dois pescoços, separando tecidos e músculos, expondo as veias carótidas, jugulares e a medula de cada um. Em meio a detalhadas providências, todas cruciais, a cirurgia, resumidamente, consistiria em ir mantendo o fluxo sangüíneo nos dois organismos e ir religando aos poucos, entre um corpo e a outra cabeça, todas as artérias, nervos, músculos etc.
White adverte que, no atual estágio da medicina, o novo corpo manteria a pessoa viva, mas não está claro até que ponto ela poderia usar esse corpo. Há outro problema, de natureza nada científica: se um cérebro mudou de corpo, também as memórias, o controle nervoso e orgânico, a personalidade e os sonhos - se houver - serão transferidos. E, como isso é o que conta, o que houve, na verdade, foi transplante de corpo.
Este é que foi doado, e o cérebro é, de fato, "o titular" da nova vida. No universo religioso, isso traria questões cruciais: o espírito está representado no cérebro? Se o coração de quem doou o corpo vai continuar batendo por ordens de outro cérebro, quem sobreviveu? O próprio White se pergunta, no artigo, "como a sociedade aceitaria" esses conceitos. Diante deles, a questão ética da clonagem fica parecendo brincadeira. Como se percebe, a polêmica sobre memórias (e até mais que memórias) de uma pessoa em outra é uma discussão que está apenas começando.

Fonte: Gallileu

Alergias estranhas

Alergia a beijo
Esta alergia não significa que a pessoa tenha alguma sensibilidade à boca ou à língua de outra pessoa, e geralmente vem acompanhada de outra alergia a alimentos ou medicamentos. Geralmente o que acontece é que, ao beijar alguém, a pessoa entra em contato com possíveis resquícios de alguma comida ou medicamento ao qual é alérgico.
Em 2003, o estudante Jamiw Stewart teve um choque anafilático em um baile ao beijar a sua colega Liza Macfarquharn. Ele tinha alergia a nozes, e sua parceiro tinha acabado de comer exatamente isso!


Alergia a sol
Não é tão incomum as pessoas terem uma sensibilidade ao sol, mas um tipo específico, chamado de urticária solar, é extremamente raro e perigoso. A pessoa que tem a alergia fica com erupções na pele ao ser exposta a radiações ultravioleta, ou até mesmo à luz. Além disso, a alergia é tão forte que pode atingir a partes cobertas do corpo.


Alergia a comer maçãs embaixo de uma bétula
Várias pessoas têm alergias a uma comida específica, mas a garotinha Grace Morley tem uma alergia extremamente bizarra: ela não é alérgica a maçãs nem às árvores chamadas bétulas, mas se ela comer uma maçã embaixo de um pé desta árvore ou próxima a uma, ela entra em choque anafilático, e pode morrer em poucos minutos.


Alergia a exercícios
Pode até parecer uma desculpa esfarrapada, mas algumas pessoas realmente têm alergias a exerícios. Cerca de mil pessoas no mundo inteiro têm essa condição, e podem sofrer choques anáfilaticos se fizerem atividades físicas mais pesadas.
Geralmente a alergia é desencadeada quando a pessoa come algum tipo de alimento específico antes do exercício ou até quando toma algum medicamento que possa causar alergias. A alergia pode causar um edema de glote, levando a dificuldade de respirar, engasgos, náusea a vômito.


Alergia a madeira
O que você faria se desistisse do seu emprego estável e com um bom salário para trabalhar como carpinteiro e descobrisse que é alérgico a madeira? Pois foi isso que aconteceu com Dan Hill, que, por muita sorte, descobriu um tipo de madeira a que não era alérgico, e pôde continuar para seguir com seu sonho de trabalhar como carpinteiro com seu irmão.
As alergias à madeira variam de pessoas que têm alergia apenas a algumas árvores, mas algumas pessoas têm alergias a todo tipo de madeira, além de não poder tocar em papel ou até mesmo pegar em um lápis. As pessoas com esse tipo de alergia sofrem com problemas de pele semelhantes a queimaduras, além de tosse e espirros.


Alergia a sêmen
Pesquisadores descobriram que algumas mulheres são alérgicas ao sêmen do parceiro, condição chamada de alergia ao plasma seminal humano. Em casos raros, a resposta à alergia pode até levar à morte. Para resolver os problemas causados pela estranha alergia, a mulher tem que ter o apoio do parceiro: médicos aplicam amostras diluídas do sêmen do parceiro na vagina da mulher a cada vinte minutos, aumentando gradativamente a concentração de sêmen por várias horas. A melhor parte do curioso tratamento é o casal ter que fazer sexo de duas a três vezes por semana.

Outras alergias: http://hypescience.com/20381-as-10-alergias-mais-estranhas-do-mundo/

Mulher com 2 vaginas

Sofrendo períodos menstruais de 21 dias e tendo dificuldades nas relações sexuais Lauren Williams desconfiou que algo estava errado.
Com 28 anos de idade ela ficou paralizada ao descobrir que nasceu com uma rara condição médica , ela tem 2 vaginas , 2 últeros e 2 cervicais .
Ela passou por uma operação onde criou apenas uma vagina , e agora pode viver uma vida mais normal.
Laura sempre teve problemas nas relações sexuais , mas ela pensava que poderia ter uma vagina pequena , foi apenas aos 24 anos quando foi fazer alguns exames que descobriu que tinha algum problema.
É ... 2 vaginas não é sinal de diversão em dobro

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Francês bate recorde ficando mais de 11 minutos sem respirar

O francês Stephane Mifsud bateu na última segunda-feira, em La Crau, sul da França, o recorde mundial de apnéia estática com um tempo de 11 minutos e 35 segundos. O recorde anterior, de 10 minutos e 12 segundos, era do alemão Tom Sietas, registrado em 6 de junho do ano passado.
Mifsud, 37 anos, estabeleceu o novo recorde na piscina de sua casa, sob o olhar atento de aproximadamente 50 pessoas.
"Fazia seis meses que treinava duro, cerca de seis ou sete horas por dia, sete dias por semana. Este novo recorde é resultado deste trabalho. Acredito que não poderia chegar mais longe. Abri portas que nunca tinham sido abertas", explicou à AFP.
O recorde foi validado por responsáveis da Associação Internacional para o Desenvolvimento da Apnéia (Aida).

Fonte: terra